• 13/02/2012

24 bricabraques em três quarteirões

Arcadia: anotem esse nome. Trata-se de uma cidadela no “meião” da Flórida (a 200 km a noroeste de Miami), cuja economia gira em torno das lojas de cacarecos instaladas ao longo de três quarteirões da rua principal, a Oak Street.

É claro que, para o colecionador e caçador de antiguidades propriamente ditas, Arcadia será perda de tempo. Porém, para quem curte colecionismo, principalmente de vidro e kitchenália, pode ser uma grata surpresa.

Encontrei tudo o que se pode imaginar de ”Carnival Glass” e ”Depression Glass” (os vidros produzidos nos EUA durante os anos 1920/1930 e que hoje são altamente colecionáveis); raros exemplares de Fenton Glass, (outra marca bem popular), além de outros itens como garrafas e canecas antropomórficas, jogos de copos, licoreiras, arte publicitária, porcelanas, costume jewelry, mobiliário e memorabilia de cinema, tudo a preços convidativos.

Entretanto, o bacana mesmo é percorrer calmamente loja por loja, algumas muito bem organizadas e outras instaladas em edifícios pitorescos, como a The Old Opera House, que ocupa o antigo cine-teatro da cidade e onde os objetos se espalham pelo palco, bilheteria e foyer da construção de 1906.

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• 10/02/2012

Leilão on line: programa de fim de semana

Está sem inspiração para divertir-se nesse fim de semana?

Se você é amante das artes, antiguidades e colecionismo, uma opção é passear pelas salas de leilão virtual da leiloeira paulista Milu Molfi, que acaba de colocar no ar mais lotes de temas como livros e catálogos, filatelia, vidros, partituras e vários outros.

Na sala de arte africana, por exemplo, há máscaras e artefatos curiosos como, por exemplo, um amuleto contra inveja, da Costa do Marfim.

O acesso ao site é muito fácil e você pode fazer bons negócios sem sair de casa.

Visite o www.m.molfi.com.br

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• 08/02/2012

De balão pela África

Você já andou de balão? Pois para mim foi uma experiência emocionante e inesquecível.

Como cenário, a reserva de Pilanesberg,  na África do Sul.

Deixamos o hotel às 4 da manhã, ainda escuro, rumo ao parque nacional, onde já nos esperavam o piloteiro e equipe preparando a aeronave. Saímos em dois balões.

Após explicações básicas de como deveríamos nos comportar durante a viagem, o balão subiu tão rápido e suavemente que todo o meu receio desapareceu (receio este que havia me provocado uma bela insônia na noite anterior).

Imagine-se na pele de um pássaro. Pois essa é a sensação. Silêncio total lá em cima. Só os ruídos do amanhecer e das rajadas de ar quente, responsáveis pelas manobras do balão.

Tony, nosso piloto, era super experiente, o que contribuiu bastante para me dar segurança e me deixar curtir o visual do alto de 100 metros de altura, às vezes mais de 300.

Depois de uma hora e meia de sobe e desce, das cores do amanhecer e dos animais em movimento vistos do alto, aterrissamos para uma taça de champanhe e recebemos um “diploma”, como lembrança dessa incrível aventura.

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